
Como parte da programação da ExpoIguatu 2026, realizada nos dias 3 e 4 de setembro, o Sebrae promoveu o Festival de Exposições Rota Viva Centro-Sul. Iniciativa que colocou em evidência a riqueza, a qualidade e a diversidade dos produtos produzidos no território. Ao longo dos dois dias, o público pôde conhecer, degustar e valorizar produtos que carregam a identidade da região, em uma programação que uniu reconhecimento, comercialização e valorização dos produtores locais.
A programação contou com dois importantes momentos de destaque: no dia 3 de setembro, foi realizado o Concurso Mel de Ouro – Melhor Mel da Região Centro-Sul. Já no dia 4, foi a vez do Concurso do Melhor Queijo da Região Centro-Sul, contemplando as categorias Queijo Coalho e Mussarela.

Promovidos pelo Sebrae, os concursos reforçaram uma das principais estratégias da Rota Viva: valorizar aquilo que é produzido no território, reconhecer a qualidade e agregar valor aos produtos regionais.
De acordo com a articuladora do Sebrae Centro-Sul, Neyla Primo, mais do que apresentar produtos, a Rota Viva trabalha na perspectiva de adequar os empreendimentos da região, valorizar a produção local e construir uma identidade territorial que possa se tornar um diferencial competitivo de mercado.
“Iniciativas como os concursos de mel e queijo ajudam a dar visibilidade àquilo que o Centro-Sul produz, estimulando os empreendedores a enxergarem seus produtos não apenas como mercadorias, mas como representações da identidade, da cultura e do potencial econômico do território”, destaca a gestora.
Segundo ela, ao reconhecer a excelência dos produtores, a estratégia também contribui para estimular a melhoria contínua, fortalecer a confiança nos produtos regionais e criar novas possibilidades de posicionamento e comercialização.
Mel de Ouro destaca a força da apicultura regional

No primeiro dia de programação, o Concurso Mel de Ouro reuniu produtores para reconhecer os destaques na produção de mel da região. A iniciativa celebrou a qualidade do produto e deu protagonismo aos produtores que movimentam a cadeia da apicultura no Centro-Sul.
Os vencedores foram:
🥇 1º lugar: Edlaine Gomes de Oliveira – Mel 3 Irmãos, Iguatu
🥈 2º lugar: Marcelino Alves Campos – Piquet Carneiro
🥉 3º lugar: José Costa da Silva – Quixelô
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Queijo do Centro-Sul ganha espaço e reconhecimento
Já no dia 04 de setembro, o destaque ficou por conta do Concurso do Melhor Queijo da Região Centro-Sul, que reconheceu os melhores produtos nas categorias Queijo Coalho e Mussarela.

Na categoria Queijo Coalho, o pódio ficou com:
🥇 1º lugar: Laticínios Christus – Deanes
🥈 2º lugar: MG Laticínios – Cláudio
🥉 3º lugar: Laticínios São José – Denaldo
Na categoria Mussarela:
🥇 1º lugar: Laticínios Christus – Deanes
🥈 2º lugar: Laticínios Ribeirão – Luis Neto
🥉 3º lugar: MG Laticínios – Cláudio
Segundo Neyla, o concurso trouxe para o centro das atenções um dos produtos mais representativos da produção agropecuária regional e reforçou o potencial das agroindústrias do Centro-Sul na transformação da matéria-prima em produtos com maior valor agregado.
Bodega da Rota Viva
Outro destaque importante do Festival de Exposições foi a Bodega da Rota Viva, espaço criado dentro do ambiente do evento para reunir produtos, produtores e consumidores. O espaço sediou os dois concursos, além de promover momentos de degustação de produtos, permitindo ao público conhecer de perto a qualidade e os sabores da região. O espaço também funcionou como um ambiente de comercialização, colocando à disposição dos visitantes uma variedade de produtos produzidos por empreendedores do Centro-Sul.
Entre os produtos comercializados estavam queijos, nata, doces, licor, mel, pães, além de diversos outros produtos da região. De acordo com a articuladora do Sebrae Centro-Sul, a Bodega materializou, na prática, a proposta da Rota Viva de aproximar o produto de quem consome, dar visibilidade ao produtor e criar oportunidades para que a produção local alcance novos mercados.
“O Festival de Exposições Rota Viva Centro-Sul mostrou que valorizar a produção regional vai muito além de apresentar produtos. É reconhecer quem produz, destacar a qualidade, fortalecer as cadeias produtivas e criar caminhos para que aquilo que nasce no território possa gerar mais valor, novas oportunidades e maior competitividade para os empreendedores”, conclui Neyla.
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