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Programação diversificada amplia o conceito de produção criativa, cultural e intelectual

O evento será realizado de 28 a 30 de setembro, com uma programação 100% online e gratuita
Por Redação
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Foi-se o tempo em que, ao se falar em Economia Criativa pensava-se somente em um trabalho manual, focado nas tradições e nas atividades comunitárias. Isso mudou. Segundo os dados da pesquisa “Mapeamento da Indústria Criativa no Brasil – Edição 2019”, muitas alterações foram inseridas no perfil dos profissionais buscados pelo mercado. Lançada a cada dois anos, a pesquisa avalia 13 segmentos criativos agrupados em quatro áreas: Consumo (Design, Arquitetura, Moda e Publicidade), Mídias (Editorial e Audiovisual), Cultura (Patrimônio e Artes, Música, Artes Cênicas e Expressões Culturais) e Tecnologia (P&D, Biotecnologia e TIC). 

O mercado de trabalho criativo no país reúne 245 mil estabelecimentos e 837,2 mil profissionais. O cenário recessivo dos últimos anos gerou uma leve retração da participação do PIB Criativo no PIB Brasileiro, que saiu de 2,64% para 2,61%, representando a soma de R$ 171,5 bilhões. A pesquisa considera o mercado de trabalho formal do país, com dados de 2017 fornecidos pelo Ministério do Trabalho, atualização mais recente disponível.

E a programação oficial do I Festival Nordestino de Economia Criativo, traz para o debate essa nova visão sobre o comportamento da Indústria Criativa no Brasil e a evolução nos nove estados da Região Nordeste. No total, serão 18 palestras, 7 rodas de conversa, 9 oficinas, 6 casos de sucesso e uma Mostra de Negócios Criativos.

Relevância

Estarão nas discussões e debates, temas como: “Audiovisual: formação e inclusão”, com o empreendedor criativo de Nova Olinda, João Paulo Maropo, que tem um projeto voltado para a profissionalização de jovens a partir de experiências com áudiovisual.

Outro tema em debate é o turismo criativo, onde a empreendedora Liciana Balbino vai falar sobre os resultados do projeto da experiência com Turismo da Paraíba na comunidade “Chá de Jardim”.

Analisando atividades voltadas para o “Design, Artesanato e Arte popular”, o mineiro Eduardo Barroso vai discorrer sobre o “Labin”, laboratório de Inovação, Cultural desenvolvido em João Pessoa, na Paraíba, e que vai mostrar como a Cultura pode fazer negócio.

Incluindo o Teatro na pauta do Festival, Diana Pinheiro trás das terras potiguares o projeto Elefante cultural que levou a experiência teatral ao interior do Rio Grande do Norte, mostrando as dificuldades de dirigir e produzir teatro no Nordeste.

Sobre museu, o administrador de empresas Luiz Carlos Beltrão Sabadia trará como tema o Museu da Indústria da FIEC-Federação das Indústrias do Estado do Ceará.

Do Maranhão, o I Festival de Economia Criativa agrega a importância da atividade turística do ‘Boi da Floresta de Mestre Apolônio.

Já Iure Medeira, idealizador da marca “Autaurora” do Rio Grande do Norte, projeto da Universidade Federal de Campina Grande, falará sobre o tema “Design de Moda que vem da Cultura Local”. 

SERVIÇO

Festival Nordestino de Economia Criativa – evento 100% digital

De 28 a 30 de setembro de 2020

Programação completa, inscrições e mais informações, no site: https://www.festivaleconomiacriativa.com.br