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Regional Centro Sul avança com o Projeto “Rota Viva” focando na Inovação

O “Rota Viva” foi orientado por diagnósticos realizados a partir do Programa Territórios da Esperança do Sebrae/CE
Por Redação
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O Regional Centro-Sul realizou, sexta-feira, 01 de novembro, a reunião de alinhamento com os representantes dos setores do Agronegócio, Setor Produtivo, Turismo e Artesanato de vários municípios, instituições e culturas que passam a integrar o projeto Rota Viva. Estiveram presentes protagonistas dos municípios de Acopiara, Iguatu e Jucás, além dos secretários de Agricultura de Quixelô e Cariús, representantes do Senac/Fecomércio/CE, e apicultores, produtores da Agoindústria Leiteira, de Mel e de polpa, Artesãos (filé e fibra da bananeira) e representantes da Indústria da Moda e Gastronomia, além de integrantes do Programa LIDER- Lideranças para o Desenvolvimento Sustentável do Centro Sul- que se comprometeu a priorizar os eixos Turismo e Agronegócio na plataforma- e da Governança do ELI.
Nascido a partir do Programa “Territórios da Esperança”, macro iniciativa do Sebrae/CE que busca promover o desenvolvimento inclusivo e sustentável das microrregiões mais vulneráveis do Estado, o Projeto Rota Viva iniciou, neste encontro, o trabalho de sensibilização dos atores, apresentando uma proposta de Marketing Territorial da Região Centro Sul, através de uma plataforma de Comercialização de produtos.

-Neste encontro, ouvimos os atores presentes, inclusive para saber da receptividade da proposta cujo maior desafio será, justamente, conectar o Agro com o Artesanato e o Turismo, de forma que essa plataforma centralize, no futuro, toda a produção do Centro Sul”, explica a articuladora do Sebrae/CE na Região”, Neyla Primo.

INOVAÇÃO

Além de ser uma plataforma digital de apoio à comercialização e de visibilidade, na “Rota Viva” ela atuará como uma ferramenta de desenvolvimento territorial, promovendo capacitação e qualificação, abrangendo tanto aspectos técnicos quanto competências gerenciais, que fortalecerão a conexão entre produtores rurais, empreendedores e consumidores.

Um dos focos da Rota Viva é promover a valorização das culturas locais e agrícolas, através do marketing territorial, integrando produtos e serviços culturais nas cadeias de valor. Já a inovação é uma peça-chave, com a promoção de práticas inovadoras e o uso de tecnologias para aumentar a competitividade dos negócios.

A plataforma online contará, ainda, com recursos específicos para os empreendedores, incluindo ferramentas de gestão, networking e acesso a informações relevantes. Este ambiente virtual não só facilitará a comercialização direta, eliminando intermediários e reduzindo custos, mas, também, promoverá práticas econômicas locais sustentáveis. Em resumo, a Rota Viva visa estruturar cadeias de valor e fortalecer os eixos econômicos locais, promovendo o desenvolvimento sustentável e inclusivo e conectando empreendedores de diferentes setores a novas oportunidades e mercados.

O “Rota Viva” acaba sendo um passo significativo para transformar o Centro-Sul do Ceará em um território vivo, pronto para experiências autênticas e enriquecedoras. O desenvolvimento da Rota Viva foi orientado por diagnósticos participativos, realizados em parceria com o Programa Territórios da Esperança do Sebrae/CE, e que permitiram identificar as necessidades e potencialidades do território, a garantindo que a Rota atenda, de forma eficaz, às demandas da comunidade.

E, nessa configuração, segundo a gestora do Programa Territórios da Esperança, responsável por sua articulação estadual, Fabiana Gizele, o Sebrae Centro Sul terá um papel fundamental na promoção dessas ações, trabalhando em conjunto com Territórios da Esperança, para fortalecer os empreendedores locais e impulsionar o crescimento da região.

É uma iniciativa do macro programa Territórios da Esperança do SEBRAE Ceará e seus parceiros, comprometida com o desenvolvimento sustentável e inclusivo do Centro-Sul do Ceará.

TERRITÓRIOS

A meta do Territórios da Esperança é estruturar ações que, não apenas catalisem o desenvolvimento econômico local, mas, também, elevem o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), impactando positivamente na qualidade de vida da população.

Com o envolvimento e a colaboração ativa da comunidade e dos Escritórios regionais envolvidos, o projeto deve transformar essas regiões, em exemplos de desenvolvimento sustentável, promovendo mudanças que irão beneficiar toda a comunidade.

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